Personalidades Famosas

A cidade possui inúmeras personalidades no ramo das Artes, Cultura e nos esportes, são eles os Niteroienses famosos:
Leandro Hassum Moreira – Humorista
Alex Rodrigo Dias da Costa – Futebolista
Bruno Beltrão – Coreógrafo
Fernanda Young – Escritora, apresentadora de televisão e atriz
Gérson de Oliveira Nunes – Futebolista
Gustavo Beaklini – Harpista
Isaac Bardavid – Ator e dublador
Leonardo Nascimento de Araújo – Futebolista
André Marques – Apresentador de televisão
Baby Consuelo – Cantora
Marcelo Ferreira – Velejador
Raica Oliveira – Modelo
Murilo Benício – Ator
Sérgio Mendes – Violonista e compositor
Daniel Lins Cortês – Futebolista
Lars Grael – Velejador
Adriano Nasal – Artista marcial profissional
Edmundo – Futebolista
Fernanda Keller – Triatleta
Vagner Amarante Alentejo – Psicólogo e Escritor
Juliana Paes – Atriz
Isabelle Drummond – Atriz

Rotas e Endereços em Niterói

Procure por Rotas e Endereços no Mapa de Niterói! (novo)
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Aprenda um pouco da história sobre mapas:

Os mapas mais antigos que se conhecem foram encontrados na antiquíssima cidade de Hank Sukur, na Turquia, e datam de cerca de 6200 a.C., estando pintados numa parede. Existem também mapas noutras culturas ancestrais como por exemplo na asteca, na esquimó, na mesopotâmica, etc. Com a invenção do papel passaram os mapas a ser desenhados em folhas (talvez daí subsista quase como sinónimo a palavra carta), mais concretamente do termo grego que designava as folhas de papiro usadas na execução dos mapas, e que era karte. O termo carta é normalmente usado para referir mapas antigos. Na Idade Média, os mapas em uso na Europa eram frequentemente centrados em Jerusalém, e com o Oriente para cima.

Um dos grandes passos na evolução dos mapas é dado na época dos Descobrimentos, quando as áreas representadas eram bem maiores que anteriormente e havia a necessidade de obter bons níveis precisão posicional para conseguir navegar com relativa segurança.

Em latim, mappa designava lenço e mappa mundi era o mundo em um lenço.

Um dos elementos fundamentais dos mapas modernos é a presença de uma escala, que permite determinar as dimensões reais dos objectos cartografados e medir distâncias (a escala é um quociente entre a medida no mapa e a medida real correspondente). Quanto maior é a escala, maior o detalhe.

Há também mapas que apenas representam a posição relativa dos objectos e não permitem retirar conclusões sobre as distâncias entre eles. Exemplos são os mapas do metro de muitas cidades. Outros mapas, que abdicam da fidelidade posicional dos objectos para escalar as suas representações em função de quantidades associadas a esses objectos, dizem-se cartogramas.

Mapa na obra de Kepler Tabulae Rudolphinae (1627)Como representações abstractas do mundo os mapas não são neutrais e devem ser interpretados cuidadosamente: uma das razões é a distorção provocada pela projecções cartográficas, que pode induzir em erro quanto à comparação de áreas distintas, por exemplo. Os objectos que se representam num mapa dependem do tipo de uso para o qual este é elaborado. Por exemplo, um mapa de estradas dará importância à rede viária ao representar os vários tipos de vias, os cruzamentos e as distâncias entre cidades. Um mapa geológico caracterizará do ponto de vista da geologia o solo numa dada região. Um mapa político mostrará as fronteiras ou outras divisões administrativas. Um mapa para navegação marítima dará prioridade à localização de faróis, portos e relevo submarino.

A cartografia sofreu uma verdadeira revolução com a aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica e do Sistema de Posicionamento Global a partir do final do século XX. Esta revolução opera-se não apenas a nível da produção mas também da circulação, manipulação e utilização de informação espacial. É fácil hoje produzir um mapa personalizado no computador ou obter um outro, de qualquer local do mundo, na internet.

 

Mapa Satélite da cidade

Veja a cidade em uma imagem de satélite.
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Um pouco da história de satélites artificiais e mapas.

Um satélite artificial é qualquer corpo feito pelo homem e colocado em órbita ao redor da Terra ou de qualquer outro planeta. Hoje em dia, ao contrário do que ocorria no início da história dos satélites artificiais, o termo satélite vem sendo usado praticamente como um sinônimo para “satélite artificial”. O termo “satélite artificial” tem sido usado quando se quer distingui-los dos satélites naturais, como a Lua.

Atualmente estão em órbita, para além dos satélites do Sistema de Posicionamento Global, satélites de comunicações, satélites científicos, satélites militares e uma grande quantidade de lixo espacial, ou seja, não se deve se referir à satélites apenas como um meio de transporte de dados ou apenas um meio de mapear ou espionar o sistema terrestre.

Os satélites de comunicações são satélites que retransmitem sinais entre pontos distantes da Terra. Estes satélites servem para retransmitir dados, sinais de televisão, rádio ou mesmo telefone. Os chamados telefones por satélite baseiam-se numa rede Iridium, uma rede de satélites de baixa altitude.

Os satélites científicos são utilizados para observar a Terra ou o espaço ou para realizar experiências em microgravidade. Os satélites de observação da Terra permitem estudar as mudanças climáticas, para estudar os recursos naturais, para observar fenómenos naturais, para o mapeamento de cidades e até para a espionagem (alguns foto-satélites tem o poder de aproximação de 1m de dimensão mas existem especulações de satélites secretos com maior poder de aproximação).

Os mapas mais antigos que se conhecem foram encontrados na antiquíssima cidade de Hank Sukur, na Turquia, e datam de cerca de 6200 a.C., estando pintados numa parede. Existem também mapas noutras culturas ancestrais como por exemplo na asteca, na esquimó, na mesopotâmica, etc. Com a invenção do papel passaram os mapas a ser desenhados em folhas (talvez daí subsista quase como sinónimo a palavra carta), mais concretamente do termo grego que designava as folhas de papiro usadas na execução dos mapas, e que era karte. O termo carta é normalmente usado para referir mapas antigos. Na Idade Média, os mapas em uso na Europa eram frequentemente centrados em Jerusalém, e com o Oriente para cima.

 

Araribóia

Araribóia (em tupi, “cobra feroz” ou “cobra da tempestade”) em foi cacique da tribo dos Temiminós, do grupo indígena Tupi, em meados do século XVI. O seu domínio era a ilha de Paranapuã (hoje ilha do Governador), na baía de Guanabara, no litoral do Brasil.

Araribóia era cacique dos Temiminós quando os franceses, com o apoio dos Tamoios, tomaram o controle da Guanabara, na então Capitania do Rio de Janeiro, em 1555.

Tendo perdido as suas terras, o cacique e sua tribo seguiram para a então Capitania do Espírito Santo, onde reorganizaram a sua aldeia e expulsaram alguns holandeses.

Quando a Coroa de Portugal enviou ao Brasil o seu terceiro Governador-geral, Mem de Sá, com um contingente de soldados bem armados para retomar a Guanabara aos franceses, os portugueses estabeleceram aliança com Araribóia, conseguindo desse modo reforçar os seus efetivos em cerca de oito mil homens, indígenas conhecedores do território e inimigos dos Tamoios.

Em episódio com contornos de lenda, teria atravessado as águas da baía a nado para liderar o assalto ao Forte Coligny, feito decisivo na derrota aos franceses.

O fato é que, com o seu apoio, a operação portuguesa contra os franceses foi coroada de sucesso, tendo os portugueses recuperado o controle sobre a baía de Guanabara, fundando mais tarde a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Após a derrota dos Tamoios, como recompensa pelos seus feitos, Araribóia recebeu da Coroa Portuguesa a sesmaria de Niterói (em língua tupi, “água escondida”). Converteu-se ao cristianismo e adotou o nome de Martim Afonso, em homenagem a Martim Afonso de Sousa.

Terminou os seus dias em conflito com o novo Governador-geral da Repartição Sul do Estado do Brasil (com sede no Rio de Janeiro), o Dr. António de Salema (1575-1577). Na cerimônia oficial de posse, tendo Araribóia se deslocado de Niterói até ao Rio de Janeiro, sentou-se à moda indígena (com o tronco sobre as pernas cruzadas). O fato veio a desagradar o Governador, que o repreendeu. Araribóia rebateu tal repreensão retrucando: “Minhas pernas estão cansadas de tanto lutar pelo seu Rei, por isto eu as cruzo ao sentar-me, se assim o incomodo, não mais virei aqui!”

O idoso cacique voltou para a sesmaria de Niterói não mais tendo retornado ao Rio de Janeiro. Por incrível que pareça, segundo informa o “Dicionário de curiosidades do Rio de Janeiro”, morreu afogado nas proximidades da ilha de Mocanguê-mirim, ainda em 1574.

É considerado o fundador da cidade de Niterói, e uma estátua sua pode ser vista no centro da cidade, fronteira à estação das barcas, com os olhos voltados para a baía de Guanabara e a cidade do Rio de Janeiro sob sua proteção. Senhor de grande personalidade, serviu de inspiração a José de Alencar na criação de sua obra O Guarani.

Os Anos seguintes

Os anos seguintes foram considerados os anos do desenvolvimento que resultaria na atual Niterói Cidade Sorriso, com o melhor IDH do Rio de Janeiro. Isso se deu por intermédio do trabalho de alguns prefeitos. Paulo Pereira Alves, defensor do meio ambiente e incentivador do potencial turístico da Região Oceânica, foi idealizador da avenida na Praia de Icaraí. João Pereira Ferraz teve gestão marcada pela urbanização e Feliciano Sodré continuou o trabalho com objetivo de embelezar e também foi responsável pela implantação da rede de saneamento em alguns bairros. Ernani do Amaral Peixoto era o governador do estado quando houve o aterro da Praia Grande, os parcelamentos de áreas na Região Oceânica e a construção de avenida que ganhou seu nome.

O aterro da Praia Grande possibilitou grandes obras de potencialidades econômicas e turísticas, como o Caminho Niemeyer, a Praça JK e a Estação das Barcas.

Mas o maior marco para o crescimento econômico da cidade viria em plena ditadura, quando foi inaugurada a Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Ponte Rio – Niterói, em 1974. Foi o sinal para o redirecionamento de investimentos públicos, da especulação imobiliária, da infra-estrutura e ocupação de bairros da Região Oceânica.

Com a fusão do estado da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro, datada de 1975, Niterói deixou de ser a capital, transferindo o título para o Rio de Janeiro.

Elevação a capital

De início, as atividades navais eram responsáveis pelo progresso da aldeia, que se desenvolveu e adquiriu importância até tornar-se Vila Real da Praia Grande, em 1819, quando foi reconhecida pelo Reino de Portugal, agora com a capital na cidade do Rio de Janeiro.

Em 1834 o Ato Adicional à Constituição de 1824 fez da Vila Real da Praia Grande a capital da província do Rio de Janeiro e transformou a cidade do Rio de Janeiro, então a capital do Império, em um Município Neutro.

No ano seguinte, 1835, a cidade passou a se chamar Nictheroy, que quer dizer águas escondidas em tupi. A condição de capital trouxe série de desenvolvimentos urbanos como a barca a vapor, iluminação pública a óleo de baleia, abastecimento de água e novos meios de transporte para ligar a cidade ao interior do Estado.

Nove anos depois, o imperador Dom Pedro I concedeu à cidade de Niterói o título de Imperial Cidade. A nomeação era dada às cidades mais importantes, conferindo-lhes certa autonomia e poder regional.

No fim do século XIX, por volta de 1885, foram fundados alguns sistemas de bonde, o que possibilitou a expansão da cidade para bairros como Icaraí, Ponta d’Areia e Itaipu. A revolta da armada em 1893 prejudicou as atividades produtivas e forçou a transferência da sede da capital para Petrópolis.

Em 1903, Niterói voltou a ser a capital do estado fluminense. Isso ocasionou um novo impulso de modernização na cidade com construção de praças, deques, parques, estação hidroviária e rede de esgotos, além de alargamentos das ruas e avenidas principais.

França Antártica

No ano de 1555, Villegaignon dominou toda a Baía de Guanabara e instituiu a França Antártica. A região era evitada pelos portugueses por causa da resistência dos nativos locais, mas Villegaignon convenceu a Corte Francesa das vantagens de conquistá-la para obter o controle do comércio com as Índias. A região desenvolveu-se sob o comando de Villegaignon, que idealizou a Henriville, em homenagem ao rei da França.

Passado algum tempo, os calvinistas, que vieram da França a pedido do rei para amenizar conflitos religiosos, regressaram a França e acusaram Villegaignon de preconceito e má administração. O navegador francês teve de voltar a França para explicar-se.

Na ausência do governador francês, Mem de Sá resolveu invadir a Guanabara e tomar posse da região, no ano de 1560. Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, que continuara com o comando da guerra, recorreu à ajuda do cacique de uma tribo tupi, o Araribóia (que quer dizer cobra feroz). Araribóia havia sido expulso pelos franceses de sua terra natal, a ilha de Paranapuã, e se refugiou na capitania de Espírito Santo, de onde expulsou invasores holandeses. Araribóia aceitou o pedido do governador para ajudar os portugueses a expulsar os franceses, na esperança de reconquistar a ilha-mãe.

Com o fim da guerra, em 1567, Araribóia recebeu o nome cristão de Martim Afonso. Mas Estácio de Sá resolveu ocupar a ilha de Paranapuã, tornando-a a Ilha do Governador. Para manter a segurança na Baía de Guanabara, Estácio de Sá insistiu a Araribóia para não voltar para Espírito Santo, e o concedeu poder de escolha para habitar qualquer uma das regiões da Guanabara. Sem titubear, o cacique tupi apontou para o outro lado da Baía e disse que queria aquela região de águas escondidas, que em tupi-guarani é Niterói. O local era conhecido como Band’Além e foi para lá que Araribóia levou sua tribo, para a vila de “São Lourenço do Índios”.

Bandeira e Brasão

As cores da bandeira de Niterói são azul e branco. O primeiro campo da bandeira, que ocupa dois terços do total, é o branco, simbolizando a busca pela paz. O segundo campo é o azul, simbolizando a vocação marítima da cidade. O brasão fica localizado no centro do campo branco.

FONTE: Coordenação de Documentação e Pesquisa da Fundação de Arte de Niterói

Hino Municipal

Hino de Niterói (1673)

Composição: Maestro Felício Toledo

De ocas rudes de palmas, das relvas
Ao guerreiro estrugir do boré,
Quantas vezes os filhos das selvas
Levantaram-se á voz do pagé!
Manejando o tacape emplumando,
Ora a flecha a brandir venenosa,
Quantas vezes de guerra o seu brado
Trovejou pela pátria formosa!

Valente Araribóia,
Da campa surge, o heroe!

Vencendo o inimigo alçaste
Trophéos a Nictheroy
E assim, ó Praia Grande,
Teceu-te o berço a Glória,
Teu nome em lettrasd`ouro
Refulge em nossa história.

Sertaneja inda ingenua, n`outrora
Era a Aldêa num leito de brumas,
Tendo á fronte aureo nimbo da aurora,

Tendo aos pés alva fimbria de espumas;
Para ornato era a silva, eram flores,
Tinha a voz de um gorgeio a pureza:
Vio-a o Rei… quando enlevo! E de amores
Deu-lhe carta e foraes de nobreza

O`bella Villa Real,
O`seductora plaga,
Que em leve harpejo de ósculos
A Guanabara afaga!
Sê justa, ao altar da Patria
Vem grata e reverente
C`roar de verdes laureas
João Sexto e J`se Clemente

Hoje, enquanto de alijorfre vestidas
Bailam nai`des nas praias azues,
E dos montes no cimo as ermidas
Erguem ao ceu, muda, a prece da Cruz:
Vae lá dentro o rugir do trabalho
Zumbe o tear, chispa a serra, artde a forja,

Bate á nave as cavilhas o malho,
Ou na incude arduos ferros escorja.

E`a febre do progresso
De um sec`clo de labor;
Avante, Nichtheroy!
Confia em teu valor,

Tens um porvir brilhante,
Dos fortes é a victoria,

Na rota ao fim fulgura
Como um pharol: a Glória!

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